ENERGIA DO MÊS DE SIVAN - GÊMEOS

Hojeentraremos em Sivan, mês do Mazal Teomim (Gêmeos). Sivan, o 3º mês da roda astrológica, é um mês do elemento ar, controlado pelas letras Resh, que criou Mercúrio e Zayin, que criou o signo de Gêmeos. As duas letras juntas formam a palavra "Raz", que em aramaico significa segredo, e tem a mesma numerologia que a palavra "Or", que em hebraico significa Luz - em Sivan temos a revelação da Luz. Este período possui a força da Coluna central e nos conecta com a habilidade de reconciliar os opostos: material e espiritual, bem com o mal; Luz e sombra.
Zayin é o princípio gerador do movimento universal. Aprendemos que o mês de Gêmeos nos estimula a entrar em movimento para estarmos sempre buscando o próximo nível de evolução e aproximação da Luz do Criador.
Resh criou Mercúrio, o planeta da comunicação, despertando as qualidades para transmitir qualquer informação de um ponto a outro. Mercúrio é responsável pela maneira como pensamos e como transmitimos esses pensamentos ao mundo.

Os grandes desafios de Gêmeos:
·       Perceber que o intelecto não é nada sem ação;
·       Foco, comprometimento e perseverança.

CHODESH TOV!
Um mês luminoso para todos!
Cristina Torres


MEDITAÇÃO DAS LETRAS DO MÊS DE 

SIVAN - GÊMEOS


34ª PARASHÁ BAMIDBAR (NO DESERTO)


Bamidbar é a primeira Porção do quarto livro da Torá. Em português, o livro é denominado Números, referindo aos censos que são apresentados ao longo da narração. No livro de Vayicrá a Torá nos apresenta as “leis espirituais” e as consequências dos nossos atos se as seguirmos. Em Bamidbar, que significa no deserto, chega o momento de seguirmos em frente conscientes do que estamos fazendo. No deserto não há supermercados ou lojas de departamentos. A pessoa teria de comer o maná caído dos Céus e usar o mesmo par de sapatos por quarenta anos. O deserto representa o “VAZIO”, onde é preciso uma mente aberta para criar, a partir do NADA, uma perspectiva e um modo de vida completamente diferente.
As pessoas costumam ficar tão apegadas ao que têm ou a uma determinada situação, que acabam se acomodando e deixando de descobrir o quanto poderiam ser melhores e mais felizes. Acostumam-se e apegam-se tanto ao básico para a sobrevivência, que acabam arranjando frequentes desculpas para justificar sua estagnação e esquecem do que são capazes de realizar. O ser humano perde um tempo enorme reclamando da crise, da rotina, da falta de perspectivas e deixa de desafiar seus limites e revelar o potencial com qual foi abençoado. 

Uma ótima semana  para todos.
Cristina Torres
  
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CRISTINA TORRES - TEL: (11)95131-6551
caminhosdacabala@gmail.com




72 NOMES DE DEUS



Uma das principais ferramentas da meditação cabalista é o que chamamos de 72 Nomes de Deus. Estes Nomes são formados por 72 sequências de três letras hebraicas codificadas no texto da Torá (Biblia – Êxodo 14:19-21) que fala sobre a “abertura do Mar Vermelho.”
Meditar ou simplesmente passar os olhos nestas sequências, ajuda a ativar as forças espirituais com as quais cada uma delas está conectada e a despertar este potencial dentro de nós. Desta forma atingimos uma plena conexão com a “Luz” e obtemos um maior controle sobre o mundo físico.  
Esta meditação tem o poder de reestruturar nossa alma para nos ajudar a superar e transformar as limitações e obstáculos que nos assolam. 

Como meditar:

1 – Feche os olhos durante um minuto, relaxe o corpo e respire lenta e profundamente. Procure esvaziar gradativamente sua mente. Se um pensamento insistir em entrar procure não fixar-se nele.
2 – Abra os olhos e visualize as sequências, da direita para esquerda, de cima para baixo.
3 – Ao terminar qualquer meditação permaneça em silêncio por alguns minutos para internalizar a energia com a qual se conectou
4 – Lentamente abra os olhos e volte devagar para suas atividades.
Você pode escolher uma única seqüência para meditar nela durante um período. Experimente!

“Os problemas significativos que encaramos não podem ser resolvidos no mesmo nível de pensamento no qual os criamos” Einstein

CABALÁ E CURA

Vivemos um tempo de mudança de paradigmas sobre a relação entre ciência e espiritualidade. Atualmente, até a medicina convencional, realiza pesquisas para saber até que ponto a espiritualidade pode influenciar na capacidade do ser humano de recuperar-se das doenças.
Quando falamos de cura na Cabala, não estamos nos referindo apenas ao nosso corpo físico. A doença pode se manifestar como pobreza, separação, solidão, família desestruturada, mas também como uma doença no coração.
O corpo humano tem uma linguagem própria, tanto fisicamente (temperatura, pressão arterial, ritmo cardíaco) quanto do ponto de vista simbólico. Cada falta ou desequilíbrio representa uma imperfeição da alma, transformando-se em oportunidades de crescimento. 
Sabemos que em hebraico as palavras são mais que simples junções de letras. Cada nome, em hebraico, contém o tipo de energia ou qualidade de alma que está embutido dentro de si (DNA ESPIRITUAL). Através da análise do nome de uma parte do corpo (desdobramento de sua raiz, valor numérico) podemos ter acesso a linguagem simbólica do nosso corpo.
Exemplo: O valor numérico da palavra laringe (garon) é 259, o mesmo valor da palavra “natar”, que em hebraico significa guardar. Segundo a Cabala, a chave de uma patologia na laringe poderia ser: dificuldade para exteriorizar sentimentos, necessidade de expressar uma angústia ou rancor, ficar com algo “atravessado” na garganta.

FOCO NO MOMENTO PRESENTE E ESCOLHAS CONSCIENTES



No decorrer do dia, a mente nos conduz a lugares que não têm relação alguma com o lugar onde estamos ou com o que estamos fazendo. Geralmente, a mente se mantém muito ocupada revendo coisas que já aconteceram, ou criando fantasias sobre eventos futuros que quase nunca acontecerão como imaginamos. Ficamos ansiosos e preocupados, desnecessariamente, com coisas que nem vão acontecer e acabamos vivendo o presente no piloto automático.
Viver no piloto automático aumenta sua dificuldade de concentração porque os pensamentos e comportamentos automáticos tiram a atenção do momento presente. Isso diminui sua criatividade, dificulta a capacidade de adaptação a novas situações e tira de você algo precioso, que é a sua consciência.

Se não estamos no comando de nossas próprias mentes, como podemos estar no comando de nossas vidas?

Somos vítimas ou protagonistas da nossa realidade?

Uma das melhores maneiras que existe para manter o foco no momento presente é através da meditação. Comece já! É mais fácil do que você imagina.

Cristina Torres – Coaching & Meditação
Contato: (11)95131-6551 e/ou caminhosdacabala@gmail.com

DESMISTIFICANDO A MEDITAÇÃO



Apesar de suas vinculações às tradições espirituais, a meditação tem reunido um grande número de adeptos que a incorporam em suas vidas cotidianas.
Atualmente a meditação também é objeto de interesse na medicina e as pesquisas científicas, sobre os efeitos da meditação, descobriram um conjunto de profundas alterações fisiológicas durante sua prática. Segundo o cardiologista Herbert Benson (pesquisador do Instituto Mente/Corpo da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard), 60% das consultas médicas poderiam ser evitadas se as pessoas adotassem a prática da meditação com assiduidade em suas vidas.
Meditar é mais simples do que parece - esqueça a ideia de parar de pensar. Falando de uma forma bem genérica, meditar seria uma forma controlada de pensar - decidir como se deseja direcionar a mente em um período de tempo. De acordo com a técnica utilizada, é possível concentrar a mente no corpo, na respiração, na repetição de uma sílaba, palavra ou frase, na fixação do olhar em um determinado objeto ou imagem, etc.  A prática e a repetição de “refocalizar” a atenção em algo, tem a capacidade de modificar as estruturas e as funções cerebrais, trazendo inúmeros benefícios já comprovados pela neurociência. A constância opera verdadeiras mudanças e melhorias no corpo, na mente e na vida de modo geral.
As práticas meditativas mais difundidas são as orientais (zen budistas e as yoguis) e a partir destas técnicas, surgiram muitas escolas contemporâneas de meditação. No entanto, a Cabala produziu um dos mais importantes sistemas de meditação.

REFLEXÃO SOBRE O MILAGRE...

Um milagre poderia ser definido como um acontecimento sobrenatural que "acontece" de tempos em tempos, vindo de cima, sem a nossa participação. Este pensamento isolado nos leva ao determinismo – o ser humano estaria predestinado a uma sorte imposta pelo seu Criador ou ainda, que os acontecimentos de nossa vida são resultado da causalidade, tirando de nós qualquer controle sobre eles.

O Milagre é a capacidade de romper com os padrões impostos pelo mundo das limitações, mesmo nas situações aparentemente sem saída. Quando os hebreus saíram do Egito, eles tinham o mar a sua frente, um deserto cheio de desafios do outro, e o exército do Faraó os perseguindo. De seu ponto de vista limitado, eles tinham poucas escolhas e todas muito dolorosas. Clamaram ao Eterno e a resposta foi surpreendente: “Que clamas a mim? Fala aos filhos de Israel que marchem! A Midrash nos revela que nada aconteceu até que Nach’shon entrasse no mar e a água lhe chegasse às narinas, impedindo-o de respirar, então o mar abriu.

Para Cabalá, o que determina e fundamenta a interação do ser humano com o Mundo a sua volta é o seu subconsciente e não aquilo que ele manifesta conscientemente. Buscamos construir uma lógica com os elementos que o consciente sabe definir, principalmente em situações que geram medo e insegurança. A semente de limitação é lançada no nosso sistema de crenças, no subconsciente. Desde muito cedo, passamos a acreditar na limitação. Os nossos sentidos reforçam esta percepção.

A percepção da realidade baseada apenas nos nossos sentidos, cria um mundo ilusório. Quando você assiste um show de mágica, mesmo sabendo que é um truque, você vê o coelho saindo da cartola. O homem prefere acreditar no mundo da lógica, das leis da física e da ciência, do que acreditar em algo que ele não conhece muito bem. Não conhecer aumenta a sensação de falta de controle que incomoda o ego. A única razão para pensarmos que um milagre não segue ao fluxo “normal” da natureza é porque temos uma visão limitada da realidade, não percebemos as outras dimensões. Se tivéssemos uma visão mais abrangente veríamos que a vida é um milagre. O plano espiritual (fonte de toda Emanação) está além das restrições do espaço e do tempo e quem se relaciona com ele pode esperar que qualquer coisa aconteça. A Luz é um milagre. Se eu me aproximo dela eu me aproximo desta realidade.
Um grande cabalista chamado Nachmanides nos ensina que um determinado nível de consciência supera a natureza e, nessa realidade mais elevada, o milagroso é lugar comum. A responsabilidade para produzir os milagres de sua vida é só sua! À medida que você transforma sua natureza, superando suas limitações, você está liberando o seu poder de fazer milagres.

“Nenhuma gota de chuva descende de cima sem que duas gotas correspondentes primeiro ascendam de baixo” (Zohar Emor)


EQUILÍBRIO ENERGÉTICO E CURA



 Vivemos um tempo de mudança de paradigmas sobre a relação entre ciência e espiritualidade. Atualmente, até a medicina convencional, realiza pesquisas para saber até que ponto a espiritualidade pode influenciar na capacidade do ser humano de recuperar-se das doenças. A ideia de separar o corpo, emoção, mente e alma começou a mudar e consequentemente, o conceito de cura também. As terapias complementares já são uma realidade no sistema de saúde.
Um dos principais conceitos que a sabedoria da Cabalá nos ensina é de que tudo o que existe na dimensão física possui um análogo na dimensão espiritual. A compreensão dessas correspondências nos proporciona uma visão profunda das inter-relações que governam toda a existência.
Para Cabalá, doença é uma deficiência no acesso à Energia Primordial. Quando nos desconectamos com a “LUZ ESPIRITUAL” o nosso espírito “adoece”, o que provoca a abertura de receptores para distúrbios no mundo físico, inclusive no corpo.
A Árvore da Vida é o canal de comunicação entre o espiritual e o físico. Podemos dividir este canal em dez dimensões. Cada uma dessas dimensões (sefirot) é uma lente com a qual obtemos uma visão única da realidade. O sistema das sefirot foi criado para filtrar a Luz do Mundo Infinito, de modo que o homem pudesse interagir com o Criador de forma segura, sem ser anulado.
Se examinarmos as características das sefirot e as qualidades que elas manifestam, podemos começar a entender algo sobre a nossa própria natureza que corresponde a cada sefirá. Para resumir, cada sefirá pode ser compreendida como uma manifestação Divina, que corresponde a uma experiência interior, através da qual podemos despertar determinados poderes da alma.
Assim como as sefirot servem para encobrir e ocultar a Luz, o corpo humano encobre a intensidade da alma. Se a Árvore da Vida representa uma espécie de “mapa” do ser humano, também existe um paralelismo entre as Sefirot e as partes do corpo humano. A Cabalá Clássica relaciona estes poderes da alma aos aspectos da anatomia humana. A correspondência apresentada entre as sefirot e os membros do corpo pode ser resumida da seguinte forma: 

O corpo humano tem uma linguagem própria, tanto fisicamente (temperatura, pressão arterial, ritmo cardíaco) quanto do ponto de vista simbólico. Basta a disposição de ouvir e escutar sua linguagem. Devemos estar atentos à linguagem arquetípica deste  mensageiro. Quando compreendemos o corpo humano, através da consciência da Unicidade, sabemos que as “partes” são na verdade, uma manifestação do todo. Na Cabalá existe uma técnica, chamada de Chai Tikun”. que utiliza a imposição das mãos e a meditação em determinados códigos de cura, que podem ser aplicados sobre os centros energéticos do corpo do indivíduo possibilitando uma “re-ligação” com a Energia Primordial.

LETRAS DA CRIAÇÃO




Sêfer Ietsirá significa, em hebraico, “Livro da Formação”. Escrito há milhares de anos, é um dos mais importantes de todos os textos cabalísticos, abordando como tema principal asorigens do universo”. Vários textos como Talmud, Zohar, o Livro de Raziel e comentaristas atribuem a autoria do Sêfer Ietsirá a Abraão. Em antigos manuscritos encontramos uma espécie de súmula que dizia: “As letras de Abraão, nosso pai, que é chamado de Sêfer Ietsirá”


Segundo o Sêfer Ietsirá s letras do alfabeto hebraico representam as 22 Forças energéticas utilizadas em todo o processo da Criação. As letras do alfabeto hebraico são ferramentas que nos permitem interagir com a Luz do Criador.


A palavra OT está ligada ao conceito de letra, mas é a mesma palavra, em hebraico, para marca, símbolo ou selo. As letras hebraicas são símbolos que determinam o padrão energético de alguma coisa manifesta. Um símbolo leva à associação de uma ideia ou mensagem, mesmo que não se tenha uma reflexão racional sobre seu significado. O símbolo encerra uma mensagem além de sua aparência concreta. É o encontro do concreto e do abstrato, do consciente e do inconsciente – para um cabalista é o encontro entre o físico e o “extrafísico”.


Através da meditação nas letras do alfabeto hebraico, o ser humano tem acesso “ às chaves ” dos mais profundos arquivos da consciência. Cada letra está associada a uma energia que ela é capaz de transportar a partir de seu som ou forma. Contemplar, desenhar ou vocalizar essas letras e suas mais diversas formas de combinação, desperta as várias forças espirituais a que cada uma delas está conectada. A letra atua como uma “chave” que nos permite abrir portas e para isso é necessário ter a “chave certa” para a “porta certa”.


O conhecimento do significado energético das letras do alfabeto hebraico, ampliará a nossa percepção em relação as “chaves” e as “portas” que elas nos permitem acessar. Os sinais do Aleph Beit (alfabeto hebraico) também podem ser utilizados como uma ferramenta de consulta e orientação.

Cada letra do alfabeto hebraico representa também um número. Os nomes em hebraico são, na verdade, sentenças numéricas. Cada sentença nos dá informações úteis para percebermos qual a energia que está contida naquela palavra. Em resumo o valor numérico de uma letra, palavra ou frase, tem uma relação direta com seu significado energético.

COLEÇÃO AS LETRAS DA CRIAÇÃO - O HEI




AS LETRAS DA CRIAÇÃO
O HEI
Representa a constelação de Áries
O Hei traz o arrependimento necessário no sentido de identificar nossos erros para que possamos corrigi-los. Aperfeiçoando a coerência entre pensamento fala e ação.

PARA REFLETIR




Não leve o mundo e suas trevas tão a sério – ele não é tão real quanto aparenta. É apenas uma criação, e está sendo recriado a partir do nada absoluto a cada momento. A única coisa real que há nele é o propósito de sua existência – que você o purifique.
“Menachem Mendel Schneerson”